Coluna desta na sexta na Folha_PE

Modelo petista fracassa leilão

Do Blog do Magno Martins

Economista que acompanharam passo a passo o leilão do pré-sal, no Rio, que redundou numa arrecadação de R$ 70 bilhões, frustrando a expectativa de R$ 106 bilhões incialmente prevista, ouvidos pela coluna, contestam minha avaliação de ontem, atestando o retumbante fracasso à falta de confiança dos investidores no Brasil pelo clima de instabilidade política.

Segundo eles, os megainvestidores internacionais correram do leilão por conta do modelo incompreensível da cessão onerosa do pré-sal montada pelo PT. As regras antigas, que Bolsonaro se recusou a modificar, foram alicerçadas no lucro, no grande arremate de capitais, impraticáveis, na avaliação de quem mexe com o setor.

Os economistas podem ter lá suas razões, mas faltou ao Governo a capacidade de ousar, de ir direto ao investidor, para convencê-lo de que as camadas disponibilzadas do pré-sal seriam sinônimo de assegurado retorno econômico no futuro.

O come quieto – O secretário estadual da Casa Civil, José Neto, adotou a estratégia do bom mineiro, inspirado nas lições de Tancredo Neves, de trabalhar em silêncio, ouvir mais do que falar. E tem dado certo. Conseguiu a garantia do ex-prefeito itinerante Yves Ribeiro, de entrar na disputa em Paulista por um partido aliado às forças palacianas. Yves queria debandar para a oposição.

Impedimento – Nas sondagens qualitativas que o PSB tem feito para aferir o potencial do deputado João Campos, pré-candidato a prefeito do Recife, o que tem mais pesado como maior impedimento para o seu deslanche é a idade. O recifense o enxerga como fiel herdeiro do ex-governador Eduardo Campos, seu pai, mas acha que, por ser muito jovem, deve concluir seu mandato federal.

Alternativas – No caso de o PSB vier a rever a estratégia no Recife, dois nomes surgem potencialmente para substituir João Campos: o secretário estadual de Planejamento, Alexandre Rebelo, muito ligado ao prefeito Geraldo Júlio, e o deputado Felipe Carreras. Pesa contra Felipe o mal-estar causado com a sua indisciplina partidária ao votar a favor da reforma da Previdência.

Modes operandi – Já Marília Arraes está convencida de que a decisão de candidatura própria do PT no Recife passará pela executiva nacional, que tem se posicionado favorável à sua candidatura. “2020 nada tem a ver com 2018”, diz, referindo-se à rifada que levou na eleição passada.

Motivação – O assassinato do ex-prefeito Fanão (PL), de Santa Cruz da Baixa Verde, ontem, na estrada de Calumbi, no Pajeú, está sendo investigado pela polícia em duas vertentes: passional ou vingança familiar. Se for necessário, a apuração será feita por um delegado especial.

AÇÃO FEDERAL – Majoritário em Floresta, onde a caatinga se desmancha pelas labaredas de um grande incêndio, o deputado Sebastião Oliveira (PL) foi, ontem, ao Ministério da Defesa, em Brasília, pleitear uma ação mais eficaz de combate às chamas. É provável o envio de helicópteros.

Perguntar não ofende: O assassinato de Fanão, ex-prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, pode ter motivação política?

Blog do Marcos Almeida:  A Notícia em Movimento

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