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Procon do Cabo realizou mais de 10 mil atendimentos em 2019

O Procon do Cabo de Santo Agostinho divulgou o balanço de suas atividades ao longo do ano de 2019. O órgão realizou 10.639 atendimentos, obtendo um índice de 90% nas resoluções de queixas e acordos celebrados. 

De acordo com a gerente do Procon Cabo, Quésia Maria da Silva, esse foi o melhor resultado conquistado nos últimos anos. “A infraestrutura de atendimento ao público e o comprometimento de nossa equipe contribuíram para o excelente índice de resposta ao consumidor”, disse. Entre os vários serviços, o órgão realizou 1.882 audiências e teve 547 processos julgados. 

O órgão também desenvolve ações que ajudam pessoas a sair da inadimplência. Por meio dos mutirões da Cidadania, o Procon intermediou R$ 1.475 milhão em negociações de dívidas de consumidores com empresas e instituições financeiras, em condições especiais. Foram quase 3 mil atendimentos em 3 mutirões realizados em 2019. 

O projeto Fiscal Mirim em parceria com a Secretaria de Educação atendeu 200 estudantes de 7 a 10 anos. O projeto é parte do programa Buscando seus Direitos, criado pelo governo municipal em 2017 com o objetivo social e educativo, que visa colocar em prática o trabalho desenvolvido em sala de aula sobre o Código de Defesa do Consumidor. 

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IPVA 2020 PE – Consulta, Tabela, Como pagar — (DETRAN PE)

Se você mora em Pernambuco e chegou aqui neste artigo, deve estar procurando informações sobre o IPVA 2020 PE.

Todo começo de ano vem com a preocupação chamada IPVA. O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores é obrigatório e pago anualmente. Sem ele, não é possível renovar o documento do carro, o que impossibilita de rodar pelas vias.

Cada estado brasileiro tem um departamento responsável pelo recolhimento desse e outras taxas. É o Detran – Departamento Estadual de Trânsito. Continue a leitura e veja como consultar, como emitir a 2ª via e outras informações referentes ao IPVA 2020 PE:

Antes de prosseguir, é preciso compreender o que está pagando esse imposto. O IPVA é obrigatório e todo proprietário de algum tipo de veículo, desde motos até caminhões, deve pagá-lo.

O valor da alíquota é variável de cada estado e também o tipo de veículo. Mas sempre é usado como base o ano venal do veículo e a tabela FIPE.

Ao contrário do que muita gente pensa, o dinheiro arrecadado com o IPVA não é usado obrigatoriamente nas vias públicas. De todo o valor arrecadado com esse imposto, metade fica na própria cidade onde o carro está registrado e a outra metade com o governo do estado.

Sendo assim, a administração da cidade e do estado podem empregar esse dinheiro onde for mais conveniente, como na saúde, na educação, segurança etc.

Apesar de obrigatório, o IPVA pode ser pago a vista com desconto no mês de janeiro ou o valor integral dividido em 3x. A data de vencimento das parcelas ou da parcela única variam de acordo com o final da placa do carro.

Confira a tabela abaixo com as datas de pagamento:

Como consultar IPVA 2020 PE

A consulta do IPVA 2020 PE é feita online e sem complicações. Tanto a consulta como a emissão do boleto é feita através do SEFAZ (Secretaria da Fazenda), que é o órgão responsável pelas guias.

Para fazer a consulta, siga os passos:
Acesse o site do Detran PE (https://www.detran.pe.gov.br/);
No menu inicial informe a placa do seu veículo no campo onde diz “Veículo”;

DETRAN – PE 2020

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Eleição das incertezas para os vereadores

Por Diana Câmara  Do Blog do Magno

No pleito do próximo 04 de outubro os vereadores serão, mais uma vez, cobaias de inovações nas eleições. O Congresso Nacional acabou com as coligações proporcionais e mudou algumas regras para a conquista de uma vaga no legislativo.

Nas minhas palestras sobre as eleições municipais 2020 ou até mesmo conversando com clientes pré-candidatos a prefeitos, que já estão montando sua estrutura política de campanha, uma pergunta que sempre surge é: “Com o fim das coligações proporcionais, será que é melhor lançar os vereadores por um ou dois partidos apenas ou por vários?”.

Essa pergunta é difícil de responder, não falta de conhecimento da regra, mas porque para cada cidade cabe uma realidade.

Em alguns municípios vai valer a pena condensar os candidatos numa única legenda como se o partido fosse uma “coligação” para proporcionais. Em outros locais, para satisfazer interesses políticos, a melhor estratégia será pulverizar os candidatos por diversas siglas estruturadas.

Nada mudou sobre como definir o quoeficiente eleitoral. Continua sendo o total de votos válidos dividido pelo número de cadeiras da Câmara de Vereadores. Cada vez que o partido político atingir esse número terá uma vaga no parlamento municipal. Encerrada essa rodada, irão para as “sobras” e, a novidade, todos os partidos participam dessa nova oportunidade. Por fim, outra inovação deve ser observada: se o candidato atingiu pelo menos 10% do quoeficiente eleitoral, critério para ter direito a assumir a vaga remanescente e evitar o efeito Tiririca.

Uma boa lição de casa é observar como foi a eleição municipal anterior e como ficaria a composição da Câmara se aplicasse as regras das Eleições 2020 sob a mesma votação. O resto é cair em campo em busca do eleitorado, mas de olho para não se exceder e fazer campanha antecipada, sempre cumprindo tudo que se prevê na nova legislação eleitoral.

*Advogada especialista em Direito Eleitoral, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PE, membro fundadora e ex-presidente do Instituto de Direito Eleitoral e Público de Pernambuco (IDEPPE), membro fundadora da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) e autora de livros.

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Manchetes dos principais jornais nesta terça [21-01-2020]

A Tarde
Quatro pessoas morrem e várias ficam feridas após ônibus tombar na BR-116

Correio da Bahia
Bandidos invadem casa, matam homem e estupram duas mulheres

Tribuna da Bahia
Eleições municipais devem provocar corre-corre de votações no Congresso

O Globo
Sem status de ministra, Regina Duarte deverá ficar subordinada diretamente a Bolsonaro

O Dia
Novas placas de veículos serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

Extra
Deputado vai à polícia após Marcelo D2 pedir, na web, ‘suástica na testa’ da ‘direita liberal’

Folha de São Paulo
MEC amplia prazo do Sisu em 2 dias e diz que notas erradas foram corrigidas

O Estado de São Paulo
China registra quarta morte por vírus misterioso e confirma transmissão entre humanos

Correio Braziliense
Paraguai recaptura segundo preso entre os 75 que fugiram

Valor Econômico
Brasil terá 12 milhões de desempregados por cinco anos, diz OIT

Estado de Minas
Com Contagem e BH, Minas tem ao menos 24 cidades em situação de emergência por causa das chuvas

Jornal do Commercio
Preso um dos maiores assaltantes de banco do Nordeste procurado em PE e RN

Diário do Nordeste
Justiça condena João de Deus a 40 anos de prisão

Zero Hora
BNDES pagou R$ 48 milhões para abrir caixa-preta do banco, mas investigação não apontou irregularidades

Da Redação do Blog do Marcos Almeida
Por Rede Brasil de Notícias

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Prefeito morre e ‘inaugura’ novo cemitério em Minas Gerais, construído durante sua própria gestão

Na novela “O Bem Amado”, do dramaturgo Dias Gomes (1922/1999), levada ao ar na década de 1970, o prefeito da fictícia cidade de Sucupira, Odorico Paraguaçu, interpretado por Paulo Gracindo (1911/1995), tem como principal meta inaugurar um cemitério, mas não consegue alcançá-la porque na cidade ninguém morre. Por ironia do destino, ao final da história, o próprio prefeito “inaugura” a obra, onde é o primeiro a ser enterrado. Situação parecida com a da ficção ocorreu em Bonito de Minas, de 11,2 mil habitantes, distante 644 de Belo Horizonte, no Norte de Minas.

No último fim de semana, emocionados, os moradores acompanharam o velório e o sepultamento do prefeito da cidade, José Pedro Pires da Rocha (PSB), o Zé Galego, de 64 anos. O corpo dele foi o primeiro a ser sepultado na parte da ampliação do cemitério municipal de Bonito de Minas, na prática, considerada como um “novo cemitério”, construído durante sua própria gestão. A obra ainda está em fase de acabamento.

Emancipado de Januária em 1997, Bonito de Minas possui um Índice de Desenvolvimento Humano de 0,537, um dos mais baixos de Minas Gerais.Por outro lado, o município tem uma grande extensão territorial (3.914 quilômetros quadrados).

Eleito vice-prefeito em 2016, Galego tinha assumido o comando da prefeitura em abril de 2018, tendo em vista que o então titular, José Reis, (PHS), se afastou do cargo para ser candidato a deputado estadual e foi eleito foi eleito com 45.746 votos.

A morte de José Pedro Rocha ocorreu sexta-feira passada. Ele viajava sozinho para Brasília (DF) e, na estrada, sentiu uma dor no peito. Procurou um hospital de Planaltina (GO), onde sentiu um infarto. Os médicos tentaram reanima-lo, sem sucesso.

Nesta segunda-feira (20/1), foi empossado como prefeito de Bonito de Minas o presidente da Câmara Municipal, o vereador Dilson Barbosa Santana (PP), o “Dilson de Senhorinha”. Na prática, ele so vai iniciar os trabalhos na prefeitura na quarta-feira, porque, com a morte de Zé Galego, foi decretado luto oficial no município nesta segunda e terça-feira.

O corpo do chefe do executivo foi velado no prédio da prefeitura. O caixão foi coberto com uma bandeira do município. O enterro ocorreu no fim da tarde de domingo, com acompanhamento de cerca de 500 pessoas. Na descida do caixão da sepultura, o clima de emoção aumentou mais ainda, ao som da marcha fúnebre de Chopin, executada por um morador.

O ”novo” cemitério de Bonito de Minas fica situado ao lado do antigo cemitério da cidade, do qual é separado por um muro. Mesmo assim, a obra foi iniciada pela prefeitura há cinco meses como uma “ampliação” do cemitério antigo, que tem mais de 70 anos. As vagas para sepultamento no local aproximam do fim, motivando a expansão.

Para a conclusão da obra ainda falta o término de uma capela e de calçamento (passarela). De acordo com um servidor municipal de Bonito de Minas, foi uma pessoa da família de Zé Galego pediu que ele fosse sepultado no “novo cemitério”antes mesmo da conclusão dos serviços previstos, tendo em vista que, “por uma que questão de justiça” , ele deveria ser enterrado “numa obra feita por ele”.

O novo prefeito, Dilson Barbosa Santana, evitou fazer comentários sobre o fato do seu antecessor ter sido o primeiro a ser enterrado no “novo” cemitério construído na gestão dele. “Acho que Deus “marcou” a chegada do dia dele e aconteceu isso, mas não posso falar sobre essa questão do cemitério”, disse Santana. Ele contou que mesmo continuando no mesmo grupo poliitico local Iiderado pelo deputado José Reis), quando Zé Galego assumiu o comando da prefeitura, passou a fazer oposição ao então chefe do executivo.

Por outro lado, uma moradora do município (que pediu para não ser identificada), disse que, quando o então prefeito anunciou que iria ampliar o cemitério da cidade, fez uma brincadeira Zé Galego. “Eu perguntei: você tem medo de fazer o novo cemitério e morrer para ser um dos primeiros a enterrados lá não?”. Aí, ele respondeu: “eu não acredito nessas coisas”, relatou a fonte.

Na obra memorável de Dias Gomes, o prefeito Odorico Paraguaçu é corrupto e cheio de artimanhas. Ao contrário do personagem da ficção, Zé Galego era considerado correto. “Ele um prefeito muito honesto, que procurava colocar as contas da prefeitura em dia”, testemunhou a moradora de Bonito de Minas ouvida pela reportagem.

A prefeitra Nivea Maria de Oliveira (PTB), prefeita de Itacarambi, município vizinho a Bonito de Minas, divulgou nota, ressaltando as qualidades do colega que morreu no exercício do cargo. “Com muita tristeza recebemos o anúncio do falecimento do prefeito Zé Galego de Bonito de Minas. Um senhor honrado. Homem de muitas virtudes e múltiplos valores deixa um legado de fé, de uma vida dedicada a servir ao próximo, a amar seu povo e a defender o município de Bonito de Minas”, diz Nívea Maria. Por Luiz Ribeiro/Estado de Minas

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Placa Mercosul será obrigatória a partir de 31 de janeiro

No dia 31 de janeiro o uso da placa Mercosul passa a ser obrigatório em todo o País. O prazo foi definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no dia 28 de julho do ano passado. O sistema, que deveria ter entrado em operação em janeiro de 2016, teve seis adiamentos.

O novo prazo foi determinado para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem credenciar as fabricantes das novas placas. Também foram alteradas algumas regras para a colocação das placas Mercosul.

Dos 26 estados brasileiros, apenas 10 já haviam aderido à nova Placa de Identificação Veicular (PIV). São eles: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.

São Paulo, por exemplo, ainda não havia aderido. O Detran-SP informa que passará a utilizar o novo sistema a partir do dia 1º de fevereiro.

Em SP, preço não foi definido

As atuais placas no padrão cinza custam R$ 138,24. O órgão de trânsito não informou qual será o preço das placas de padrão Mercosul.
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Em nota enviada à redação, o órgão de trânsito informa que “a estampagem, comercialização e instalação das placas serão serviços prestados pelas empresas credenciadas pelo Detran.SP e cabe a elas determinar os valores das placas.”

Informa ainda que “isso está em conformidade com a Resolução, que não abre a possibilidade de licitação das empresas ou qualquer tipo de iniciativa que iniba a livre concorrência, como o tabelamento de preços, pelo Detran.SP.”
Obrigatoriedade da placa Mercosul
A placa Mercosul passa a ser obrigatória para veículos novos, no primeiro emplacamento. E também para os que forem transferidos de município ou Estado. Ou ainda em caso de furto ou dano muito extenso à placa, que dificulte a leitura. Segundo o Detran-SP, pessoas que desejam trocar voluntariamente também podem aderir o novo modelo.

A implantação da placa Mercosul no País teve seis adiamentos. O novo sistema deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016. Mas foi adiado para 2017 e depois, para dezembro de 2018.

Depois, cada Estado passou a ter um calendário próprio. Isso até uma liminar suspender a implantação do sistema por tempo indeterminado.

Uma nova mudança alterou a entrada em vigor da placa Mercosul para 30 de junho de 2019. Antes, porém, no dia 28, o Contran fez novo adiamento, para 31 de janeiro de 2020.
Cor da letra identifica categoria
A placa Mercosul é parecida com o sistema adotado na Europa. O padrão já está em vigor no Uruguai e Argentina. Em breve também será implantado no Paraguai e na Venezuela.

A nova placa tem fundo branco, quatro letras e três números, dispostos de maneira aleatória. A cor da combinação alfanumérica indica a categoria do veículo.

A cor preta é para carros particulares. A vermelha é para táxis, veículos comerciais e de aprendizagem (autoescola). Azul é para carros oficiais e verde para os de teste. O tom dourado identifica carros diplomáticos e o prateado, modelos de coleção.

Em uma tarja azul fica o nome e a bandeira do país, além do emblema do Mercosul. Um futuro sistema integrado de consulta compilará dados sobre o veículo e seu proprietário. Essa banco de dados trará também eventuais registros de roubo e furto.

A nova placa tem o mesmo tamanho da cinza. Apenas carros de passeio precisam ter placas na dianteira e na traseira. Para motocicletas, quadriciclos, reboques, tratores e guindastes apenas a placa traseira é obrigatória.
Bolsonaro foi contra placa Mercosul
O vai-e-vem de datas teve vários motivos. Até o presidente Jair Bolsonaro era contra a implantação do novo sistema.

Em março do ano passado, durante a transmissão ao vivo que virou padrão às quintas-feiras pelo Facebook, Bolsonaro disse que acabaria com a placa do Mercosul. “Vamos, com o nosso ministro Tarcísio [Freitas, de Infraestrutura], ver se a gente consegue anular essa placa do Mercosul”, disse o presente.

“Porque não tem o município… não traz, no meu entender, benefício para o Brasil essa placa do Mercosul. É um constrangimento, uma despesa a mais”, declarou o presidente à época.

“Estamos tentando uma maneira legal, acho que dá (sic) para encontrar, para acabar com essa placa do Mercosul também”, completou Bolsonaro. Por Correio Braziliense

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Moro sobre mensagens vazadas: “monte de bobageirada”


Sergio Moro no Roda Viva

Do UOL

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, declarou ontem, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, que os vazamentos da Operação Lava Jato divulgados pelo The Intercept Brasil em parceria com diversos veículos da imprensa são “bobageirada”. 

“Acho que é um episódio menor. Nunca dei muita importância para aquilo. Acho que é um monte de ‘bobageirada’. Foi usado politicamente para tentar soltar criminosos presos, pessoas que haviam sido condenadas por corrupção e principalmente enfraquecer politicamente o ministério”, afirmou o ministro.

“Tenho a consciência absolutamente tranquila do que eu fiz como juiz. Nós temos os números dos trabalhos que foram realizados, que revelam que houve várias condenações, mas condenações de pessoas que se corromperam ou lavaram dinheiro, e teve também absolvições”, completou. Moro voltou a falar que não reconhece a autenticidade das mensagens, mas salientou que nenhuma “revela qualquer espécie de má conduta”. Ele também culpou a Intercept por “sensacionalismo”. 

“Eu não [tenho mais as mensagens] porque abandonei [o Telegram] em 2016 ou 2017. Saindo do aplicativo se perde as mensagens. Pegaram esse conteúdo, obtido de maneira criminosa, e fazem todo um sensacionalismo em cima. Não existe nenhuma dessas mensagens que indicam qualquer fraude por parte minha. Estou absolutamente tranquilo”, disse.

Inquéritos da PF

Moro também deu sua versão se teve acesso a parte do trabalho da Polícia Federal já como ministro. Ao ser questionado se passou informações sobre o inquérito dos laranjas do PSL, que corria em segredo de Justiça, para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ele explicou que apenas relatou o que os jornais já tinham publicado. 

Na entrevista ao Roda Viva, ele também se explicou sobre o hackeamento por parte da Intercept, quando também comunicou algumas pessoas do alto escalão do governo sobre o que tinha acontecido. 

“O papel do ministro é de coordenação. Mas claro, não ficamos totalmente no escuro das coisas que acontecem. No caso dos hackers, havia uma invasão criminosa de divede diversos aplicativos ou aparelhos celulares e veio uma informação de que figuras elevadas da República teriam sido hackeadas”.

“Evidentemente, até por uma questão de segurança nacional, essas autoridades têm de ser informadas imediatamente. Por exemplo, o presidente da República. Recebi a informação de que havia a tentativa de hackeamento do telefone do presidente. Não se conseguiu alcançar o conteúdo, mas é meu dever comunicar de imediato”, opinou.

Moro disse que avisou, na época, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, que a “tendência seria a destruição das provas” [obtidas pelo hackeamento] e argumentou que apenas colocou sua opinião jurídica no caso.

“Evidente que a PF não tem nenhum interesse em examinar esse material. Não sou interessado em nada. Estava comunicando o presidente por uma questão de segurança nacional de que o telefone dele tinha sofrido tentativa de hackeamento e era necessário esse alerta de imediato. Ou simplesmente ia deixar que eles prosseguissem utilizando aqueles terminais contaminados?”, completou.

“Evidentemente, quem decide se destrói ou não o material é a Justiça, não o ministro. Evidentemente, comuniquei que a PF não iria devassar aquele conteúdo até porque aquelas pessoas tinham sido vítimas de um ato criminoso.”.

Áudio vazado de Lula no caso “tríplex”

Sobre ter divulgado o telefonema entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, em em 2016 no âmbito da Operação Lava Jato, Moro apontou durante entrevista ao programa que “se dá uma importância a esse áudio que não existe”.

“O presidente Lula ia ligar para o Michel temer e falar: ‘olha, estou querendo escapar da Justiça e por isso quero virar Ministro’. Acha que ele ia falar isso para o Michel Temer?”, questionou Moro.

“Me passaram a informação de que ‘existe aqui uma aparente tentativa de obstrução de Justiça’. E os áudios apontavam aquilo, muito claro nesse sentido, e o que se atendeu a pedido da Polícia Federal e do Ministério Público é que esses áudios viessem a público, a bem do interesse público para evitar aquela situação de obstrução de Justiça”, afirmou.

“O interesse era unicamente relacionado àquele processo. Se isso ia ter reflexo ou não, impeachment ou não, isso não é a responsabilidade do juiz”, completou o ministro, explicando que pode até discordar da decisão dele, mas que as razões estavam lá.

Sobre a consideração do ministro STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, que em junho afirmou que houve manipulação e que os vazamentos de Moro “anularam a condenação” de Lula, o ministro da Justiça disse para ele assumir a própria responsabilidade.

“Não houve manipulação. Aqueles áudios revelavam que havia uma tentativa de obstrução de Justiça, pura e simples. Tanto que todos os áudios captados foram encaminhados ao STF, que pode fazer essa avaliação. É muito fácil falar, ‘Ah, em 2016 fui manipulado’. Não existe nada disso. Ele tomou a decisão dele na época, ele que assuma a responsabilidade pela decisão que tomou”, disse. 

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Coluna Política da terça-feira

Minhas trincheiras não terão fim

Do blog do Magno Martins

Desde ontem, esta coluna deixa de ser publicada na Folha de Pernambuco, jornal do empresário Eduardo Monteiro, do qual participei, com muita alegria, do seu alicerce, abrindo novo paradigma na comunicação do Estado, quebrando, ao mesmo tempo, o velho tabu de que não havia espaço para uma chamada terceira via na mídia impressa do Estado, refém da dicotomia Diário de Pernambuco x Jornal do Commercio.

A Folha veio, inovou e venceu. Emprestei minha modesta colaboração em duas etapas, uma delas interrompida bruscamente, outra pela ida a Brasília como editor do Jornal de Brasília, arrendado também por Eduardo. A ele, só tenho que agradecer pelas oportunidades, mas a coluna vai continuar neste espaço, como sempre esteve, à meia noite e depois respostada às seis da manhã.

Até porque se traduz no carro chefe deste blog, trazendo análise isenta, com boa dose de pimenta, sem perder meu estilo de defensor de grandes causas e bandeiras da sociedade.

Encaro o Jornalismo como missão cidadã, trincheira e tribuna dos que não têm voz, vivem penando num País com o traço perverso das desigualdades sociais. Não tolero injustiças, mas são regra ao invés de exceção nesta região relegada à sorte e ao abandono.

Nesse tempo todo, perdi o número de causas que defendi. Pela minha pena, a luz se acendeu no final do túnel em muitas jornadas que pareciam adormecidas ou inquebrantáveis. No dia em que não puder mais fazer jornalismo assim, não sirvo à sociedade, não honro o juramento do diploma de bacharel em Jornalismo, vocação que Deus me deu, aperfeiçoada ao longo do tempo sob inspiração do meu amado pai Gastão Cequinha, com raízes nas barrancas do Rio Pajeú.

Estrela bolsonarista – Regina Duarte virou secretária de Cultura de Bolsonaro. O apelido de namoradinha do Brasil vem dos anos 70 quando encantou o País em novelas e peças de teatro. Seu ingresso na vida pública deixa pairar no ar muitas dúvidas. Passa a servir um Governo que não tem lá essas coisas de compromissos com a cultura e pode ser mais uma estrela para gerar apenas mídia como foram Pelé e Gilberto Gil no passado.

Caiu fora – Em Araripina, o ex-prefeito Alexandre Arraes (PSB) não conseguiu segurar o vereador João Dias, o mais influente do seu grupo de dois, em apoio à candidatura de Bringel Filho (PSDB) à sucessão do prefeito Raimundo Pimentel (PSL). O parlamentar debandou para o grupo de Tião, o chamado “Barão do Gesso”, por ser o maior donatário de imensas glebas de gipsita do Araripe.

Aliança e sanfona – Presidente da Embratur, o pernambucano Gilson Neto recebeu a missão de Bolsonaro para estruturar o novo partido Aliança pelo Brasil em território nordestino. No último fim de semana, mobilizou uma multidão em João Pessoa colhendo assinaturas de apoio ao registro da legenda, com direito a uma canjinha em sua sanfona. A próxima etapa inclui Pernambuco e Ceará.

A favor e contra – No Rio de Janeiro, porque ninguém é de ferro, o deputado Felipe Carreras garante que, ao contrário de Gonzaga Patriota, votará em Danilo Cabral para líder do partido na Câmara. Como Patriota, entretanto, o atual líder Tadeu Alencar vota no carioca Alessandro Molon, nome, aliás, forçadamente apoiado por ele por causa de um entendimento fechado lá atrás em apoio à sua escolha como líder para o exercício que está sendo encerrado.

CURTAS

UNIDADE – As oposições começam a despertar para a necessidade de unidade na sucessão do prefeito Geraldo Júlio no Recife. Líder da oposição na Assembleia, Marco Aurélio, do PRTB, ainda está no páreo, mas ontem deu indicativos de que pode liderar um movimento em favor de um bloco conciso em torno do nome da delegada Patrícia Domingos, ainda sem filiação partidária.

O ARREPENDIDO – Em Carpina, o Palácio acena em apoio à reeleição do prefeito Manoel Botafogo (PDT) contrariando o chefe de gabinete do governador, Milton Coelho. Suplente de deputado federal pela Frente Popular, Coelho tem compromisso velado com a oposição, apoiando o trabalhista Joaquim Lapa, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto para prefeito. Pavio curto, Botafogo tem mania de romper com o Governo e depois se arrepender.

BRIGA DAS SAIAS – Já em Caruaru, a surpresa da fase pré-campanha pela Prefeitura pode se revelar no grupo do deputado Tony Gel (MDB). O que corre nos bastidores é que ele não será o candidato, mas apresentará a esposa Miriam Lacerda para um duelo saia contra saia – a adversária é Raquel Lyra (PSDB). Miriam já disputou em 2012 e perdeu para José Queiroz, novamente candidato.

Perguntar não ofende: Joaquim Francisco está no páreo para valer na corrida sucessória do Recife?

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População do Cabo ganha novo anexo do Fórum da Comarca

Novo anexo do Fórum vai funcionar no empresarial próximo ao Shopping Costa Dourada

O presidente da Câmara Municipal do Cabo de Santo Agostinho, vereador Neto da Farmácia (PDT) iniciou a semana de trabalho prestigiando na manhã desta segunda-feira (20/01) a inauguração do prédio anexo ao Fórum da Comarca do Cabo de Santo Agostinho, que vai funcionar no empresarial, na Rua 163, 001, em Garapu, ao lado do Campus das Engenharias da Universidade Federal Rural de Pernambuco, próximo ao Shopping Costa Dourada.

Na nova unidade passará a funcionar cinco Varas cíveis, Vara da Fazenda Pública, Juizado Especial, Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e outros setores distribuídos em três andares (5º, 6º e 7º). No Fórum (antigo prédio), localizado na avenida Presidente Getúlio Vargas, 482, no Centro, continuam em funcionamento as Varas Criminais e a Vara Regional da Infância e Juventude. Já na rua Doutor Manoel Clementino Cavalcante, 96, também no Centro, permanece o atendimento da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O atendimento à população na nova instalação será das 9h às 18h.

A imagem pode conter: 5 pessoas, incluindo Vicente Neto da Farmacia

“Parabenizo a todas autoridades presentes em nome do desembargador e presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Adalberto de Oliveira Melo e o diretor do Foro da Comarca do Cabo, o Juiz de Direito, Roberto Jordão de Vasconcelos, pelo empenho em sempre se preocupar com os diretos da população como um todo”, destacou o Neto.

Mariângela Fotos

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Prefeita Célia Sales prestigia encerramento da 35º Festa de Nossa Senhora do Desterro, em Porto de Galinhas

A prefeita do Ipojuca, Célia Sales, acompanhada de secretários municipais (entre eles, os titulares das pastas de Governo, Romero Sales, e de Cultura, Jorge Henrique), participou, na noite deste domingo (19), da procissão em homenagem à Nossa Senhora do Desterro, padroeira de Porto de Galinhas. O andor com a imagem da santa percorreu as principais ruas da localidade. Muitos fiéis acompanharam o cortejo, que saiu da paróquia e terminou no palco montado na Rua Beijupirá.

Na sequência, foi realizada a missa de encerramento da 35º Festa de Nossa Senhora do Desterro, que teve como tema “Maria nos aponta o que a nossa alma anseia: Jesus Cristo, o pão da vida!”. A celebração foi conduzida pelo padre Marlon. Após as atividades religiosas houve a apresentação cultural da festa, com o grupo Amigas da Farra e Neném do Acordeon. Durante onze dias foram realizadas atividades especiais em homenagem à padroeira de Porto de Galinhas. A programação contou com o apoio da Prefeitura do Ipojuca, por meio da Secretaria Especial de Cultura.

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